Aos novatos no pedaço, uma breve explicação: o Aralume surgiu para divulgar o meu casamento e no começo ele era escrito na primeira pessoa do plural, uma vez que ninguém casa sozinho, rs... mas eu fui gostando da brincadeira e quando passou a festa o Paulo Cesar me deu as suas ações do Aralume! Aí eu inaugurei a "segunda temporada" do blog, que se caracterizou por textos na primeira pessoa do singular... bem singular! Não foi definido um tema específico, apenas que "toda terça tem novidade no Aralume!".
Continuo gostando da brincadeira, cada vez mais, mas "quem fica parado é poste"! Então, ladies and gentlemen, inauguro a "terceira temporada" do Aralume! Por sugestão de um amigo, essa fase vai incorporar uma dose extra de interatividade, com uma maior participação do público - ahá, agora eu tenho um público!
A brincadeira é a seguinte: o espaço do Aralume está aberto para postagens de convidados - que não precisam necessariamente ser passivos, ou seja, convide-se! Algumas regras:
1. A postagem inicia com um parágrafo escrito por mim, contando uma historinha: "Como conheci a/o [autor/a da postagem]?"
2. A seguir terá um parágrafo escrito pelo autor, contando a mesma história: "Como eu conheci a Carol".
3. É importante que sejam parágrafos curtos, já que esse não é o foco da postagem, mas só uma introdução. Ah, e um não vai ler a história do outro antes de serem publicadas...
4. Em seguida vem a postagem propriamente dita, sem cortes e sem censura!
5. Os temas continuam tão livres quanto sempre foram;
6. A periodicidade continua sendo "toda terça";
7. Vou intercalar com alguns textos meus, afinal, eu gosto de escrever e inspiração ainda não tem faltado, hehe!
Vou usar o e-mail da conta do Aralume pra receber os textos: caepece@gmail.com
As inscrições estão abertas!
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de maio de 2009
Pra (re) começar...
Usando o jargão dos seriados americanos, inauguro a "segunda temporada" do Aralume. E começo a segunda terminando a primeira... explico: é que o tópico "casamento" acabou ficando sem nenhuma menção à lua de mel, por falta de fôlego e pela necessidade de "voltar à vida normal", depois de um ano pensando quase que exclusivamente em casamento (e em lua de mel, por consequência).
Mas seria muita injustiça ignorar essas duas semanas tão especiais que tivemos, então aí vai um relato-relâmpago e quem quiser mais detalhes, entre em contato que será um prazer relembrar (acompanhe o relato vendo as fotos: http://picasaweb.google.com.br/caepece/LuaDeMel#):
Não, não foi uma lua de mel comum (é claro). O trajeto foi feito de bicicleta (!). O fato foi mantido em segredo até o dia do casamento, mas planejamos todo o roteiro considerando esse sensacional meio de transporte. As magrelas viajaram de avião até Ilhéus e foi engraçado montá-las no aeroporto e sair pedalando. Dormimos a primeira noite em Ilhéus e seguimos para Serra Grande, onde ficamos hospedados na maravilhosa pousada Sukhavati (http://www.sukhavati.net/sukhavati.htm), que é toda decorada com móveis de Bali e tem um astral delicioso! Nosso amigo Matheus, que trabalha no Instituto Floresta Viva, tem o privilégio de morar a 200 metros dessa pousada e foi uma delícia revê-lo!
Depois de três dias nesse paraíso pedalamos até Itacaré, com direito a muitas subidas e descidas e um banho na praia da Engenhoca no meio do caminho, onde tomamos o melhor coco verde da viagem. Em Itacaré ficamos só uma noite, mas foi o suficiente para fazer bons amigos, como o Fábio, da Pousada Barcaça (linda, por sinal) e o Xan, do restaurante Manga Rosa (ótimo também), que nos socorreu com seus conhecimentos em mountain bike, consertando um elo torto da corrente, que poderia ter causado contratempos bem desagradáveis...
De Itacaré pegamos a balsa para a Península de Maraú e enfrentamos um pedal por uma estradinha linda, com muita lama e que "não acabava nunca"! Mas o esforço valeu a pena quando vimos a cor do mar do Ecoresort Naturapura (http://www.naturapura.com.br/)! Passamos o carnaval nessa agradável pousada, que é cuidadosamente administrada pelo Fred e pela Vivian e fica na praia de Cassange, ao lado do agito de Taipus de Fora, mas totalmente sossegada.
De Barra Grande, a estrela da península, nós só conhecemos o píer, no dia de ir embora, pegando o barco pra Camamu. Fica pra uma próxima... deixamos nossas queridas magrelas na casa do Maurício, também "amigo novo", personificação da hospitalidade baiana! Fomos de ônibus até Valença e de lá mais duas horas de lancha até a Ilha de Boipeba. Valeu o esforço! É difícil encontrar palavras pra descrever a atmosfera desse lugar, um vilarejo tranquilo e alegre, com muitas flores e casinhas coloridas, crianças brincando na rua... ficamos na Pousada Santa Clara (http://www.santaclaraboipeba.com/), que tem o melhor restaurante da Ilha, artesanatos lindíssimos e a hospitalidade do Charles.
Na volta, fomos "resgatados" pela Ana e pela Solange, as gaúchas mais baianas que existem! A Ana já era amiga desde Pira, e a Solange é amiga dela, que conhecemos naquele dia. Dormimos em Ilhéus, na casa da Ana, mas antes assistimos um show do Xangai! Para encerrar a viagem, um city tour diferente: de caiaque.
A viagem foi perfeita, enquanto viagem simplesmente, e também enquanto lua de mel. Depois de todo o estresse do casamento, poder ficar "a sós", namorando, passeando, jogando conversa fora... é a melhor coisa que tem! Casais, ouçam o conselho: lua de mel é essencial!
Mas seria muita injustiça ignorar essas duas semanas tão especiais que tivemos, então aí vai um relato-relâmpago e quem quiser mais detalhes, entre em contato que será um prazer relembrar (acompanhe o relato vendo as fotos: http://picasaweb.google.com.br/caepece/LuaDeMel#):
Não, não foi uma lua de mel comum (é claro). O trajeto foi feito de bicicleta (!). O fato foi mantido em segredo até o dia do casamento, mas planejamos todo o roteiro considerando esse sensacional meio de transporte. As magrelas viajaram de avião até Ilhéus e foi engraçado montá-las no aeroporto e sair pedalando. Dormimos a primeira noite em Ilhéus e seguimos para Serra Grande, onde ficamos hospedados na maravilhosa pousada Sukhavati (http://www.sukhavati.net/sukhavati.htm), que é toda decorada com móveis de Bali e tem um astral delicioso! Nosso amigo Matheus, que trabalha no Instituto Floresta Viva, tem o privilégio de morar a 200 metros dessa pousada e foi uma delícia revê-lo!
Depois de três dias nesse paraíso pedalamos até Itacaré, com direito a muitas subidas e descidas e um banho na praia da Engenhoca no meio do caminho, onde tomamos o melhor coco verde da viagem. Em Itacaré ficamos só uma noite, mas foi o suficiente para fazer bons amigos, como o Fábio, da Pousada Barcaça (linda, por sinal) e o Xan, do restaurante Manga Rosa (ótimo também), que nos socorreu com seus conhecimentos em mountain bike, consertando um elo torto da corrente, que poderia ter causado contratempos bem desagradáveis...
De Itacaré pegamos a balsa para a Península de Maraú e enfrentamos um pedal por uma estradinha linda, com muita lama e que "não acabava nunca"! Mas o esforço valeu a pena quando vimos a cor do mar do Ecoresort Naturapura (http://www.naturapura.com.br/)! Passamos o carnaval nessa agradável pousada, que é cuidadosamente administrada pelo Fred e pela Vivian e fica na praia de Cassange, ao lado do agito de Taipus de Fora, mas totalmente sossegada.
De Barra Grande, a estrela da península, nós só conhecemos o píer, no dia de ir embora, pegando o barco pra Camamu. Fica pra uma próxima... deixamos nossas queridas magrelas na casa do Maurício, também "amigo novo", personificação da hospitalidade baiana! Fomos de ônibus até Valença e de lá mais duas horas de lancha até a Ilha de Boipeba. Valeu o esforço! É difícil encontrar palavras pra descrever a atmosfera desse lugar, um vilarejo tranquilo e alegre, com muitas flores e casinhas coloridas, crianças brincando na rua... ficamos na Pousada Santa Clara (http://www.santaclaraboipeba.com/), que tem o melhor restaurante da Ilha, artesanatos lindíssimos e a hospitalidade do Charles.
Na volta, fomos "resgatados" pela Ana e pela Solange, as gaúchas mais baianas que existem! A Ana já era amiga desde Pira, e a Solange é amiga dela, que conhecemos naquele dia. Dormimos em Ilhéus, na casa da Ana, mas antes assistimos um show do Xangai! Para encerrar a viagem, um city tour diferente: de caiaque.
A viagem foi perfeita, enquanto viagem simplesmente, e também enquanto lua de mel. Depois de todo o estresse do casamento, poder ficar "a sós", namorando, passeando, jogando conversa fora... é a melhor coisa que tem! Casais, ouçam o conselho: lua de mel é essencial!
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